Fujifilm Fujichrome T64: abra as portas para um mundo de cor alternativo

Saía para a rua num dia de Sol e experimente o Fujichrome T64 em processo cruzado. Verá o seu mundo como nunca antes o tinha visto!

Créditos: anafaro

Um dos lados mais divertidos da Lomografia é experimentar diferentes tipos de películas de filme e desafiar o que é mais comumente usado, para obter resultados verdadeiramente inesperados. O Fujichrome T64 é um desses filmes que abre portas para uma realidade alternativa.

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O Fujichrome T64 é um filme de slide profissional, originalmente desenvolvido para fotografia de estúdio. O T no seu nome vem de Tungstênio, e indica precisamente que esta emulsão foi otimizada para compensar a luz e a cor de fotos tiradas sob iluminação artificial.

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Sendo um filme de baixa velocidade, apresenta um grão muito fino e uma boa saturação de cores quando processado com químicos E6. É, por isso, um filme excelente para fotógrafos profissionais conseguirem resultados fantásticos e reproduzíveis em fotografia de interior e em estúdio.

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Mas nós, os Lomógrafos, gostamos de desafiar as barreiras e os limites do material com que trabalhamos, não é verdade? Por isso, qualquer bom Lomógrafo sente-se compelido a levar este filme para o exterior (ao que os senhores da Fuji diriam “Errado!”) e a revelar em processamento cruzado (ao que os senhores da Fuji gritariam “Errado!!!”). Os resultados? Cores de sonho, saturadas q.b. e vivas!

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Sendo um filme de velocidade ISO64, é um filme que pede muita luz. O ideal é utilizá-lo num dia de sol brilhante e com uma máquina capaz de controlar os tempos de exposição, tal como a nossa amada L-CA+. Dependendo das condições de luminosidade e de como for escaneado, as fotos conseguidas com este filme podem ter um desvio para o azul ou para o rosa azulado.

Um exemplo da mesma foto escaneada com menor e maior luminosidade, respectivamente. Como é possível ver, quando sujeitamos o negativo a uma maior exposição, a imagem fica mais rosada.
Duas fotos parecidas, mas não iguais. Tirei duas vezes a mesma foto, alterando apenas o tempo de exposição. Quanto maior o tempo de exposição, mais rosa fica a imagem.

Tipicamente, quanto mais luz ambiente houver ou quanto mais luz utilizarmos para escanear o nosso negativo, mais rosa a foto final acaba ficando. Qualquer que seja o resultado final, as imagens conseguidas com Fujichrome T64 evocam-nos um ambiente calmo e de sonho, mas simultaneamente quente e acolhedor – e estranhamente familiar.

Créditos: anafaro

written by anafaro on 2012-02-15 #gear #review #colors #t64 #fuji #fujichrome #tungstenio #xprocess #iso64 #processo-cruzado #cores #filmes #review-de-filmes

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