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LomoAmigo Ike Levy e sua paixão pelo analógico

Ike Levy é um paulista gente fina que começou a fotografar meio que por acaso e hoje em dia não vive mais sem uma câmera ao seu lado. Com elas registra sua família, viagens, amigos, paisagens e o que mais cruzar a sua frente. Conheça mais sobre esse fotógrafo que tem a Lomografia no seu DNA.

Para começar se apresente para aqueles que não te conhecem. Conte um pouco sobre você. O que você faz? Quais são seus interesses, hobbies, etc.

Meu nome é Ike Levy, Nasci em São Paulo em novembro de 75. Adoro motos Harley-Davidson e Kombis. Sou fotógrafo e Pai da Nina. Tenho também uma coluna de fotografias no site Bico Fino.

Hoje em dia fotografo muitas capas de CD’s, vendo quadros de fotografias, fotografo Atrizes, Modelos e faço um trabalho com fotos de famílias.

Como começou sua relação com a fotografia? E quem ou o que te influenciou a seguir uma carreia como fotógrafo?

Sempre gostei muito de fotografia e ganhei a minha primeira câmera das mãos do meu pai quando eu tinha cinco anos de idade. Anos depois… recebi o convite para fotografar uma corrida de fórmula indy quando morei em Miami. Eram fotos para o piloto Raul Boesel. Encarei o desafio e na sequencia o próprio Raul me contratou para outro trabalho.

Produzi fotos na França, Hungria, Alemanha, Áustria, República Tcheca, Tanzânia entre outros países…De volta ao Brasil, abri a Ike Levy Photo Gallery onde comercializo quadros de fotografias.

Há quanto tempo você é um Lomógrafo e como você ficou sabendo a respeito da comunidade?

Comprei minha primeira Fisheye em Londres há uns oito anos. Só depois de clicar o primeiro rolo de filmes fui saber da força da marca Lomography pelo mundo. Sabendo da existência de tantos modelos… começou o vício.

Qual foi a sua primeira câmera analógica e quantas você possui hoje em dia?

Minha primeira analógica eu ganhei do Papai Noel “meu pai” aos cinco anos de idade. Mas falando da fase adulta, foi uma Canon que a minha mãe encontrou esquecida no banco de uma praça no sul da França. Ela tentou localizar o dono, mas não encontrou. Sendo assim, me deu de presente e foi com ela que iniciei minha carreira. Durante muito tempo eu só tinha ela “e tenho até hoje” com o tempo fui comprando outras lentes, flashes e etc…

Hoje tenho vinte câmeras analógicas sendo dezessete Lomos.

Eu sei que essa é uma pergunta meio difícil, mas se fosse para escolher entre as fotos aqui expostas, qual a sua predileta e por quê?

é uma pergunta BEM difícil, mas vamos lá… Gosto muito de uma PB que fiz em Paris. Usei a fisheye e tem uma profundidade interessante. A sombra das árvores no chão ficou linda. Outra em que adoro é uma da Luciana grávida também em Paris. Ela usava uma roupa pink e o céu estava completamente azul. Um momento feliz e inesquecível.

Quem te conhece e/ou acompanha a sua coluna no Bico Fino, sabe que sempre que possível você leva uma câmera contigo, seja num passeio de fds, uma viagem em família, etc. Você tem alguma história ou fato engraçado que é fruto desse hábito constante?

Eu procuro andar com a minha mochila até mesmo no dia a dia. Já me perguntaram se as lomos são da minha filha de três anos. risos…

E essa sua mania/paixão por Kombis, de onde veio? Você já fez algum projeto fotográfico usando elas como modelos ou instrumentos criativos?

Olha a Kombi aí :)

Realmente adoro Kombis. Mas não tem nenhum motivo concreto. Acho um carro “se é que podemos chamar assim” simpático e carismático. Tive uma 1970 que inclusive usei no meu casamento. Muita gente me parava no trânsito perguntando se eu queria vender. Até o dia em que recebi uma proposta irrecusável e ela se foi. Mas já estou à procura de outra e tenho um projeto de trabalho bem interessante. Mas por enquanto é segredo.

Falando novamente em inspiração/influência. Quais os fotógrafos, artistas que você admira ou se inspira na hora de criar/fotografar?

Gosto da frase do grande fotógrafo Ansel Adams que diz o seguinte:

Não fazemos uma foto apenas com uma câmera;
ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos,
os filmes que vimos, a música que ouvimos,
as pessoas que amamos.

Mas para citar alguns fotógrafos e me influênciam: Henri Cartier Bresson, Robert Capa, Sebastião Salgado, Ansel Adams, João Bittar, J.R. Duran, Érico Hiller, Don McCullin entre outros…

Para encerrar, gostaria de deixar algum recado para a comunidade da Lomography?

Sou um grande incentivador da Lomografia. Como é bom escolher o filme, fazer as fotos e esperar a revelação. Melhor ainda é ver o resultado e compartilhar.

Uma vez assisti uma entrevista com o fotógrafo de guerras: Don McCullin e o jornalista perguntou: O que você tem a dizer pra essa nova geração que quer fotografar guerras? E a resposta dele foi:

“Sou condenado às minha próprias imagens. Não fotografe guerra, fotografe a Paz.”

Isso me marcou muito e serviu de lição.

Estão todos convidados a conhecer um pouco mais do meu trabalho no meu site.
Tenho também a FanPage no Facebook.

written by lgs_saopaulo

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